Aos 11 anos, após concluir a escola, ingressou na empresa Gonzaga Barros para aprender a arte de entalhador, a sua verdadeira paixão, tendo como mentor um artesão da empresa conhecido localmente por «Paredes». Posteriormente, estabeleceu-se por conta própria e continuou a exercer o ofício até que, por volta de 1989, a arte da talha começou a declinar, obrigando-o a procurar alternativas.
Foi nesse período de transição que descobriu na marchetaria um novo caminho para continuar a trabalhar a madeira. Aos poucos foi dominando a técnica, aperfeiçoando-a e inovando. Hoje colabora com grandes empresas locais, arquitetos, engenheiros e decoradores.