Iniciou a aprendizagem na arte de entalhador aos 13 anos, com o Sr. Mário da Abolim, com quem trabalhou durante seis anos. Transitou depois para a oficina do mestre Belmiro Pacheco, para aperfeiçoar a técnica e aprofundar os seus conhecimentos na arte da talha. Começou a trabalhar como marceneiro no ano 2000 e, até à idade da reforma, dividiu o seu tempo entre a marcenaria e o restauro de antiguidades.
Hoje, já reformado, dedica-se a 100% à arte de restaurar. Para Alberto, o restauro é um desafio constante porque nenhuma peça é igual a outra: defende que é precisa uma sensibilidade apurada para perceber exatamente o que cada peça necessita para ser recuperada, mantendo sempre a sua história e identidade originais.