Começou a trabalhar por volta dos 12 anos, logo após concluir a escola. Aprendeu a arte aos 20 anos. O salto significativo na carreira deu-se quando foi enviado para restaurar a Igreja de S. Jorge, em Santa Maria da Feira: durante três meses realizou retoques nos altares e outras intervenções necessárias. O trabalho correu tão bem que o primo lhe confessou: «Já sabes mais do que o mestre». Mais tarde, assinou também o restauro da Igreja de Vilela.
Aos 25 anos, estabeleceu-se por conta própria. Em 1995, fez uma pausa na atividade e trabalhou fora da sua área, incluindo uma passagem pela Madeira, onde aceitou um breve restauro na Capela do Caniçal apenas para «matar o bicho». O bicho do ofício falou mais alto e, com a melhoria do mercado, regressou em definitivo ao douramento.